Microvarizes, Varizes
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Por que as varizes causam coceira?

Basta a coceira aparecer para arranharmos a perna: Raramente alguém pensa além do alívio de ter essa sensação irritante imediatamente aliviada. A coceira crônica (prurido) pode ser um sintoma da uma doença em desenvolvimento, especialmente as varizes. Este comichão não apenas causa desconforto, uma vez que não é possível para um paciente de aliviá-lo totalmente, como também pode levar a danos teciduais graves se não tratado.

O que causa a coceira?

Má circulação

A insuficiência venosa crônica provoca o afilamento das paredes das veias e danifica suas válvulas, que ajudam a impedir que o sangue se acumule nas pernas. Isso pode causar edema nos tornozelos e pés, descoloração focal e desconforto. Os pacientes podem desenvolver varizes e úlceras com a progressão da doença. Prurido crônico é um sintoma precoce de desenvolvimento de insuficiência venosa crônica, à medida em que as paredes das veias enfraquecem e permitem que o fluido e macromoléculas extravasem para os tecidos circundantes.

Acúmulo de sangue

Como o sangue permanece estagnado nas veias, em vez de ser forçado através do sistema circulatório de volta para o coração, o paciente pode sentir comichão à medidas em que os vasos lutam para mover o sangue. Um sinal do acúmulo crônico de sangue – e um sintoma de alerta de possível insuficiência venosa crônica – é o dano aos pequenos capilares, escurecendo o tecido do vaso sanguíneo e levando ao surgimento de vasinhos (varicoses).

Descamação da pele

Com o inchaço das veias sob a derme, ocorre mais inflamação com o extravasamento de fluidos e compressão do tecido circundante. Isto aumenta a coceira e pode provocar úlceras pela manipulação repetitiva da pele pelo paciente. Devido à falta de circulação, os pacientes também desenvolvem um aspecto semelhante a couro na pele, bem como descamação, que podem aumentar o desconforto. A melhora da circulação com o tratamento prescrito pelo médico pode aliviar a coceira e prevenir o desenvolvimento de varizes ou outra doença venosa.

Qualquer sintoma recorrente deve ser relatado ao seu médico, ainda que pareça tão insignificante quanto a coceira. Um sintoma crônico é a maneira de o corpo chamar a atenção para um problema; nenhum sintoma contínuo deve ser ignorado.

Dra. Ana Carolina Freire Costa (CRM32837)

Varizes
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Sentar com as pernas cruzadas causa varizes?

Estudo recente publicado no Blood Pressure Monitoring Journal revela que não há conexão direta entre a maneira de se sentar e o desenvolvimento de varizes.
Entretanto, isso não quer dizer que cruzar as pernas ao sentar não cause prejuízos para a saúde. O mesmo estudo constatou que sentar com as pernas cruzadas no joelho por longos períodos pode elevar discretamente a pressão arterial (cerca de 2-7%).

A principal conclusão do estudo é que não há efeitos imediatos de sentar com as pernas cruzadas. Entretanto, isso pode ser ruim depois de um longo período de tempo, porque realmente o que você deve fazer é se exercitar”- afirmou um dos pesquisadores.
Além disso, segundo o estudo,  esse vício de posição não só aumenta a pressão arterial, mas coloca pressão sobre as articulações do quadril. Dessa forma, cruzar as pernas ao sentar  causa algum incômodo de início até que essa se torne uma forma confortável de se sentar. Todavia, uma vez acostumado a isso, é um hábito muito difícil de mudar.
Para evitar desconforto e dor, deve-se fazer exercícios leves para manter o sangue circulando após longo período sentado. Por exemplo, ao levantar os pés do chão, flexione-os para cima e para baixo, o que ajuda a manter o bombeamento do sangue em suas pernas. Se seu trabalho exige muito tempo sentado, pode ser uma boa idéia programar um alarme que o lembrará de se mexer de tempos em tempos, de modo que as pernas sofram tanta pressão.

Em conclusão, o hábito de se sentar com as pernas cruzadas não está realmente relacionado ao surgimento de veias varicosas. É preciso permanecer nessa posição por um período muito longo para que haja qualquer perigo real, mas é importante estar atento aos sintomas de suas pernas. Um desconforto leve pode se mostrar algum muito pior. Ademais, as pernas já sofrem bastante sobrecarga todos os dias, então por que colocar mais pressão sobre elas do que é necessário?

Dra. Ana Carolina Freire Costa (CRM 32837)

Varizes
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É possível ter varizes sem dor nas pernas?

Alguns pacientes no consultório ficam chocados ao ver o quão extensa é sua doença venosa. Isso se deve ao fato de os sintomas muitas vezes se desenvolverem  e progredirem tão insidiosamente, que os pacientes não percebem que existe algum problema.
A doença venosa tende a ser um processo lento e progressivo com ampla variedade de sintomas. Os sintomas clássicos incluem dor nas pernas, sensação de peso, cansaço e inchaço no final do dia, que podem acompanhar volumosas varizes nas pernass, aglomerados de pequenas veias muito finas no meio dos tornozelos ou mesmo o surgimento de machas brancas perto dos tornozelos. No entanto, nem todo mundo apresenta todos os sintomas. Algumas pessoas se habitual a determinados tipos de dor. Além disso, enquanto o exercício regular é ótimo para sua saúde, muitos pacientes que se exercitam diariamente realmente aliviam seus sintomas, e nem mesmo percebem que apresentam doença venosa.

A melhor maneira de identificar se seus sintomas estão ou não relacionados às varizes é procurar um cirurgião vascular para realizar uma avaliação detalhada.

Dra. Ana Carolina Freire Costa (CRM 32837)

Varizes
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Como diferenciar vasinhos de varizes?

Embora os pacientes costumem usar os termos vasinhos e varizes como sinônimos, são problemas distintos, embora muitas vezes relacionados, e ambos relacionados com a saúde do sistema venoso.

Vasinhos e varizes são semelhantes em que ambos são inestéticos, mas facilmente tratáveis. No entanto, as semelhanças terminam aí. Os vasinhos, também chamados telangiectasias, são anormalidades predominantemente estéticas, mesmo que, às vezes, possam indicar a existência de doenças venosas subjacentes mais graves. As telangiectasias geralmente medem menos de 1mm de diâmetro e, exceto quando agrupados, não costumam causar elevações visíveis na pele como as varizes mais grossas. Os vasinhos aparecem como finas linhas vermelhas, azuis ou arroxeadas na superfície da pele, muitas vezes semelhantes a uma contusão quando ocorrem em aglomerados.

As veias varicosas ou varizes são veias grandes e salientes acima do nível da pele, muitas vezes parecendo um cordão azulado abaixo da pele. Estas veias salientes podem estar associadas a sintomas de peso e dor nas pernas.
Ambos os tipos de veias podem ser facilmente tratados. Após a avaliação em consulta médica e realização de exames de imagem que se julgue necessários, pode-se traçar um plano de tratamento adequado. As varizes são tratadas principalmente através de cirurgia, que pode incluir o uso do laser ou não. Já o principal tratamento para os vasnhos é a escleroterapia ou aplicação, realiza com injeções.

Dra. Ana Carolina Freire Costa (CRM 32837)

Varizes
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O papel do Ecodoppler na avaliação das Varizes

O trabalho de nossa veias é levar o sangue das diferentes partes do corpo de volta  ao coração para manter a circulação. Dentro de nossas veias, existem válvulas unidirecionais , que permitem que o sangue flua em sentido ascendente, e depois fecham para evitar que ele reflua no sentido inverso devido à ação gravitacional. Uma veia varicosa , por definição , tem válvulas disfuncionais, que permitem esse refluxo. Esta pressão de volta congestiona a veia e pode causar inchaço e sintomas de dor nas pernas.

O ecodoppler colorido, um exame pedido frequentemente pelo cirurgião vascular, nada mais é do que uma ultrassonografia das veias da perna. A tecnologia de ultra-som permite criar um “mapa” venoso para entender quais veias estão funcionando normalmente e quais não estão. As principais veias da perna não são visíveis a olho nu e, por isso, é importante realizar o exame para estudá-las. A partir disso, pode-se formular um plano de tratamento específico para cada perna. Este ultra-som deve ser realizado com o paciente em pé para avaliar verdadeiramente fluxo da veia contra a gravidade. Para o estudo venoso, não é necessário jejum nem uso de contraste.

Dra. Ana Carolina Freire Costa (CRM 32837)

Varizes
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Síndrome das Pernas Inquietas

A Síndrome das Pernas Inquietas (SPI) afeta 10-15% das pessoas e é caracterizada pela vontade irresistível de mover as pernas na tentativa de interromper sensações estranhas ou desconfortáveis. Mais comummente, as pernas do paciente se tornam desconfortáveis quando deitado ou sentado – alguns descrevem como uma sensação de  “formigamento ou queimação “. Movimentar as pernas ajuda a melhorar os sintomas, mas não por muito tempo.

A SPI pode ser associada com muitos problemas, tais como a diabetes, neuropatia, falência renal, anemia ou deficiência de vitaminas. No entanto, varizes também podem ser responsáveis pelos sintomas. Enquanto as veias saudáveis levam o sangue de volta para o coração, o retardo nesse processo em veias varicosas pode levar a um acúmulo de substâncias tóxicas e resíduos metabólicos , que podem causar sintomas de SPI.

O tratamento das varizes pode alcançar bons resultados. De acordo com estudos recentes , alguns pacientes com SPI têm experimentado uma melhora dramática ou eliminação de seus sintomas através do tratamento das varizes.

Dra. Ana Carolina Freire Costa (CRM 32837)

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É possível realizar escleroterapia durante a gestação?

De acordo com a literatura, o tratamento de varizes vulvares dolorosas pode ser feito durante a gravidez. Há inúmeros relatos de pacientes submetidas a escleroterapia  para varizes das pernas durante a gestação de maneira intencional ou acidental, sem qualquer prejuízo para o feto. Entretanto, esses relatos tem pouco valor para avaliação de segurança. Segundo as diretrizes e informações dos fabricantes dos principais esclerosantes disponíveis no mercado , a gravidez é uma contra-indicação para a escleroterapia, pois seus estudos de segurança foram conduzidos apenas em animais (devido às questões éticas óbvias desse tipo de pesquisa).

Assim, ainda que os relatos de casos não indiquem risco aumentado para a mãe ou para o feto, a realização desse procedimento na gestação deve ser evitada. Além da literatura científica limitada sobre o assunto, ainda há a a alta probabilidade de regressão espontânea de varizes pós-parto. Dessa forma, deve-se preferir medidas conservadoras durante a gravidez, como o uso de meias elásticas, ou eliminação de varizes antes ou após a gravidez.

Dra. Ana Carolina Freire Costa (CRM 32837)

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A escleroterapia é feita sob anestesia?

O medo de sentir dor é um dos fatores que leva muitos pacientes a postergar o início do tratamento de escleroterapia. Dessa forma, é comum que se questione a possbilidade de realizar o procedimento sob anestesia.  Normalmente, nenhum anestésico local é utilizado durante a sessão, porque as injeções de anestésicos tendem a ser mais dolorosas do que as injeções da própria escleroterapia, já que agulha utilizada nesta última é muito pequena .
Entretanto, durante uma cirurgia de varizes, é possível realizar injeções de escleroterapia enquanto o pacientes ainda estiver sob efeito da anestesia escolhida para a cirurgia.

Dra. Ana Carolina Freire Costa (CRM 32837)

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8 dúvidas sobre escleroterapia

O que é escleroterapia?

A escleroterapia, também chamada de “aplicação” ou “secagem de vasinhos”, envolve a injeção de uma solução diretamente na veia. Essa solução faz com que a veia colapse e feche, forçando o sangue a se redirecionar para veias saudáveis. A veia fechada é reabsorvida no tecido local e eventualmente desaparece. A escleroterapia também pode ser realizada com laser, quando o feixe de luz do laser atinge a veia e aumenta a temperatura local, a ponto de ebulição, fechando o vaso por causa do calor.

Após escleroterapia, as veias tratadas tendem a desaparecer dentro de algumas semanas, embora, ocasionalmente, possa levar até um mês para ver os resultados completos. Em alguns casos, podem ser necessárias várias sessões de escleroterapia.

A escleroterapia trata principalmente vasinhos. Ela é muitas vezes considerada o tratamento de escolha para pequenas varizes, aquelas veias esverdeadas e grossas, desde que não muito dilatadas.

Por que ela é feita?

A escleroterapia é feita com fins cosméticos nas maioria das vezes. Quando os vasinhos vermelhos fecham, o aspecto da pele melhora. Entretanto, o procedimento também pode ser indicado para melhorar sintomas como dor, inchaço, ardência e cãibras.
Em caso de gestação, recomenda-se esperar até depois do parto para se submeter ao tratamento.

O tratamento é doloroso?

A dor costuma ser pequena ou ausente, com boa tolerância dos pacientes. Ela também pode ser minimizada com a diminuição da temperatura da pele.

Qual técnica de escleroterapia devo escolher?

A escleroterapia pode ser realizada com injeções, espuma e laser. A escleroterapia quimica, conhecida como “aplicação”, utiliza um líquido esclerosante que é injetado por microagulhas dentro dos vasinhos. Existem líquidos diferentes que podem ser utilizados de acordo com a preferência do cirurgião e mesmo de acordo com a resposta individual. Na escleroterapia com espuma, é utilizado o polidocanol, substância esclerosante que é transformada em espuma através de sua manipulação. A espuma apresenta é espessa e por isso mantém contato com a parede do vaso por mais tempo, o que aumenta sua eficácia em relação à aplicação convencional com substância líquida. A escleroterapia com laser elimina os vasinhos pela ação física da luz e calor nos vasinhos.

Cada técnica tem sua indicação e o cirurgião vascular é o especialista recomendado para escolher o melhor tratamento.

Quais os riscos?

Escleroterapia é um procedimento bastante seguro, com poucas complicações. Entretanto, nenhum procedimento é isento de risco e é importante conhecer os efeitos possíveis para permanecer atento aos sintomas e comunicar ao médico caso algo aconteça.

Efeitos colaterais esperados:
Ardência, vermelhidão e coceira leve no local por 12-24hs, pequenos hematomas por 3-15 dias
Efeitos colaterais indesejáveis:
Alergias, coágulos nos pequenos vasos (que devem ser tratados), manchas escuras no local (mais comuns com espuma), pequenas feridas (raro), trombose venosa profunda e embolia pulmonar (raro).

Como se preparar para o tratamento?

É essencial que o paciente seja avaliado em consulta médica para que seu histórico seja avaliado, além da realização do exame físico, quando se pode estabelecer a melhor estratégia de tratamento.

Informações importantes do seu histórico:

  • Doenças recentes ou condições médicas existentes, tais como a doença cardíaca
  • Medicamentos ou suplementos em uso, como anti-inflamatórios, especialmente a aspirina, anticoagulantes ou antibióticos
  • alergias
  • Fumo ou uso de contraceptivos orais, pois estes podem aumentar o risco de coágulos sanguíneos
  • Tratamento prévio para varizes e os resultados do tratamento.

No dia do procedimento:
Procurar comparecer com as pernas depiladas, pois os pelos podem dificultar a identificação dos vasinhos. Evite usar lâmina ou aplicar qualquer loção para as pernas no dia do tratameno. Procure usar uma calça confortável que não deixe marcas na pele. É recomendável levar um short para usar durante o procedimento, para expor melhor as perna.

O que esperar?

Escleroterapia é geralmente feita no consultório do seu médico e não requer anestesia. Geralmente, leva entre 15 a 30 minutos para ser concluída.
O número de aplicações depende do número e do tamanho das veias a ser tratadas. Outros fatores de interferência são a expectativa de melhora, resposta ao tratamento, tolerância à dor, assiduidade e adesão às orientações pós escleroterapia. Alguns vasos desaparecem, outros diminuem e outros não respondem. Por isso, novas sessões são necessárias. Os intervalos entre as sessões devem ser em média de 15 dias.
Após as sessões de escleroterapia pode-se ter vida normal, podendo voltar ao trabalho na mesma hora.
As orientações de pós-escleroterapia variam de acordo com a técnica utilizada e calibre de veia tratada. O cirurgião vascular irá lhe dizer quando você pode retornar as atividades físicas, período sem tomar sol, uso de meias elásticas, cremes ou remédios necessários.

Vasinhos voltam?

Vasinhos novos podem aparecer com o tempo, pois tratamos a consequência, e não a causa da doença.

Dra. Ana Carolina Freire Costa (CRM 32837)

Varizes
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Dúvidas frequentes sobre meias elásticas

O uso das meias elásticas melhora o fluxo de sangue nas pernas. Essas meias comprimem delicadamente suas pernas para forçar o sangue nas suas pernas em direção ao coração. Isso ajuda a evitar inchaço nas pernas e, em menor grau, a formação de coágulos sanguíneos (trombose).

As meias , ou meias de compressão, podem ser indicadas pelo médico se o paciente apresentar varizes, vasinhos ou mesmo para aqueles que estiverem se recuperando de cirurgias.

As meias elásticas auxiliam no tratamento de:

  • Dor e sensação de peso nas pernas
  • Inchaço nas pernas
  • Prevenção da trombose, especialmente após cirurgias ou lesões que causem imobilização

Tipos de meias de compressão

Existem várias meias de compressão. O ideal é que seu uso seja orientado por um médico de acordo com as particularidades de cada caso. Há diversos tipos de meias elásticas, que diferem de acordo com o grau de compressão (suave, média ou alta), comprimento (3/4, 7/8, meia-calça, etc.) e cores.

É muito frequente que os pacientes se queixem de da dificuldade em usar as meias por questões estéticas. Entretanto, hoje temos meias mais bonitas e confortáveis, como a Ever Sheer da Sigvaris e a Sheer Soft da Medi.

Onde comprar as meias elásticas

As meias de suave compressão podem ser adquiridas em algumas farmácias e até mesmo lojas de departamento. Já as meias de média e alta compressão podem ser encontradas em casas especializadas.

Como usar as meias de compressão

As meias de compressão devem ser usadas durante todo o dia. A pressão deve ser forte o suficiente para ser percebida pelo paciente, sendo mais intensa no tornozelo e menor na parte de cima da perna.

Como calçar as meias de compressão

  • As meias devem ser vestidas ainda de manhã antes de sair da cama. As suas pernas normalmente ainda não estão inchadas no início da manhã.
  • Segure a parte superior da meia e enrole até o calcanhar.
  • Coloque o seu pé na meia, tanto quanto você puder. Posicione o seu calcanhar no calcanhar da meia.
  • Puxe toda a meia para cima do tornozelo e desenrole-a sobre sua perna.
  • Quando a parte superior da meia já estiver no lugar, puxe o tecido para desfazer as dobras – cuidado com as unhas, anéis e relógios que podem puxar o fio.
  • Não deixe que fiquem dobras na meia .
  • Meias 3/4 devem chegar a dois dedos abaixo da curva do joelho.

Algumas dicas podem ajudar a colocação das meias:

  • Se você usar loção em suas pernas, deixe-a secar antes de colocar as meias.
  • O uso de talco nas pernas pode ajudar as meias a deslizar para cima.
  • Use luvas de borracha para ajudar a colocação.
  • Para meias sem ponteira, use um dispositivo especial para deslizar a meia sobre o seu pé.

Lave suas meias diariamente

  • Lave as meias todos os dias com água e sabão neutro. Deixe secar naturalmente.
  • Se você puder, tenha dois pares. Alternar os pares a cada dia, enquanto o outro é lavado.
  • Troque suas meias a cada 3-6 meses, pois o tecido acaba por perder seu poder de compressão.

Lembre-se:

Embora a pressão deva ser percebida por quem usa a meia, ela não deve ser desconfortável. Se houver qualquer desconforto, o médico deve ser consultado. Pode haver tipos diferentes de meias que se adaptem melhor às suas pernas. Não deixe de usar suas meias sem comunicar seu médico

Dra. Ana Carolina Freire Costa (CRM 32837)